Uma lesão insólita e a vida numa universidade católica: «Nunca tinha ido à igreja»

uma lesão insólita e a vida numa universidade católica: «nunca tinha ido à igreja»

Uma lesão insólita e a vida numa universidade católica: «Nunca tinha ido à igreja»

A nossa convidada tem 20 anos, é natural da Maia, passou por Guifões, Vitória SC e agora anda a enfiar bolas dentro de cestos pelos Estados Unidos fora.

O zerozero sentou-se para conversar com Filipa Barros, base portuguesa que representa as California Baptist Lancers. A jovem de 20 anos descreveu a vida na Califórnia, a adaptação a uma realidade muito diferente e partilhou uma das lesões mais insólitas de sempre.

zerozero: Filipa, bem-vinda.

Filipa Barros: Obrigada pelo convite.

zz: Como é que está a correr tudo? Como é a vida na Califórnia?

FB: Está a correr tudo bem. É diferente da vida em Portugal, mas gosto muito e está a correr super bem.

zz: Começou aqui pelo Norte, no Guifões, um clube emblemático. Estreou-se como sénior ainda muito jovem e rapidamente chegou ao patamar máximo, jogando também com basquetebolistas bem mais velhas. Como é que foi a experiência?

FB: Eu comecei no Guifões quando tinha quatro anos e desde o princípio que o objetivo era jogar na equipa sénior. Chegou a altura em que o Guifões estava na I Liga feminina e, quando tinha 15 anos, o treinador principal convidou-me para jogar na equipa sénior. Eu estava a viver no Centro de Alto Rendimento (CAR) do Jamor. Ele convidou-me, mas tinha a condição de que se fosse para a equipa sénior, não podia ir para Lisboa. Optei pela equipa sénior, achei que era a melhor decisão. Joguei com jogadoras que eram 20 anos mais velhas do que eu, cinco anos mais velhas do que eu… Foi uma adaptação difícil, mas fizeram com que tudo se tornasse mais fácil.

zz: Tem um irmão que joga basquetebol e um pai ligado ao basquetebol. Não havia muito por onde fugir, não é verdade?

FB: É verdade. Sempre foi o basquetebol.

zz: Depois do Guifões ainda há uma passagem pelo Vitória SC antes de entrar nesta questão da universidade. O que é que a leva aos Estados Unidos? O basquetebol ou os estudos? Ou uma mistura dos dois?

FB: Desde pequena que eu acompanhava muito a Ticha Penicheiro, que foi a única portuguesa que chegou à WNBA. Ou seja, eu queria fazer tudo o que ela fez. Eu dizia ao meu pai que se ela foi para os Estados Unidos com 18 anos, eu também vou com 18 anos. Os Estados Unidos sempre foram uma ambição, mas por causa do basquetebol, não muito pela escola (risos).

zz: Já percebemos que a Ticha é uma referência, o que obriga à pergunta: a WNBA está nos planos?

FB: Sim. O objetivo dos Estados Unidos é depois conseguir jogar ao mais alto nível, claramente a WNBA. Mas se não conseguir, fico contente por uma liga europeia ou gostaria de jogar na Austrália. Depende.

zz: Não sabemos se gosta muito de números, mas temos uns para lançar: 31, 12, 4, 7… Isto diz-lhe alguma coisa?

FB: Foram as minhas estatísticas deste ano.

zz: São as médias deste ano. Médias muito boas, tendo em conta até que no último ano não tinha sido tão utilizada. Há uma estatística que nos salta particularmente à vista: os ressaltos. Sendo a Filipa uma base e não tão alta como outras jogadoras, tem uma média elevada de ressaltos. Qual é o segredo?

FB: É só vontade e coração. O meu treinador costuma dizer que eu consigo perceber para onde vai a bola, mas genuinamente eu não sei. Só vou à bola, vejo que vai para um lado e começo a correr. Não sei, é mais vontade.

zz: Em termos de estilo, tendo em conta que já experimentou I Liga portuguesa e mudou para os Estados Unidos, notou alguma diferença maior entre os dois países? Que aspeto dificultou mais?

FB: O jogo europeu, mais o português, é um jogo em que pensamos muito e temos muitas táticas. Quando uma jogada está a decorrer de um lado, há sempre outro bloqueio do outro. Nos Estados Unidos joga-se mais rápido e se nada acontece, é fazer um bloqueio direto e fazer alguma coisa acontecer. O jogo europeu é mais inteligente do que o jogo americano.

zz: Criou-lhe dificuldade esse ritmo mais louco?

FB: Sim. E em Portugal, os treinadores vivem mais à base de pull-ups e lançamentos de três pontos. O meu treinador na América só quer lançamentos de três pontos ou na passada. Não podia fazer pull-ups e eu durante toda a minha carreira só fiz pull-ups.

zz: Teve que mudar tudo. Como é que foi isso?

FB: Foi uma das principais razões para ter ido para aquela universidade. Uma das coisas que faltava ao meu jogo era o lançamento na passada. Foi complicado, mas foi uma coisa muito precisa para o meu jogo.

zz: A média de pontos diz que está a resultar até agora. Essa foi uma das principais questões para ter escolhido aquela universidade, mas perguntamos se foi sempre essa a opção, se haviam outras e o que mais a fez optar por California Baptist?

FB: Eu tive mais ofertas, mas o inglês não era muito bom. Não conseguia ter uma conversa em inglês. Algumas ofertas que eu tive exigiam um teste de inglês e, como eu não era muito boa em inglês, a minha nota tinha sido muito baixa. A California Baptist não tinha pedido exame de inglês, ou seja, foi uma das maiores razões. Também o facto de ser na Califórnia, o tempo é muito bom. Se tivesse ido para Utah, por exemplo, não ia ser bom por causa do tempo e eu gosto muito do calor.

zz: Está no sítio certo então. O inglês está melhor entretanto?

FB: Está muito melhor.

zz: Acaba por ser uma universidade um pouco particular, porque é muito ligada à religião. Como é que é estar nesse tipo de ambiente? Acreditamos que existam coisas muito específicas.

FB: Por exemplo, há uma disciplina que é a Igreja. Todas as sextas-feiras tenho Igreja às 10h45. Eles transformam o nosso pavilhão numa igreja, estilo um auditório, e toda a gente tem que ir. Antes dos jogos rezamos no balneário, há sempre um treinador ou uma atleta que reza. No pavilhão também temos que rezar, se comermos em equipa alguém tem que rezar… Eu nunca tinha ido à igreja, ou se fui foram umas três vezes, portanto mudou muito.

zz: Acabou por ser um choque.

FB: E mesmo as disciplinas. Há a disciplina da Bíblia, do Antigo Testamento. É um bocado diferente.

zz: As disciplinas presumimos que sejam exclusivas da universidade, mas as questões da reza, esta espécie de rituais, são coisas que também acontecem noutros lados?

FB: É uma coisa muito específica da CBU. Há outra universidade, a GCU, que é da mesma conferência que nós e que também rezam antes dos jogos, mas não são muitas as universidades que têm que fazer isso.

zz: Já disse que adora o clima da Califórnia. Esta é, provavelmente, uma das melhores alturas do ano para se estar na Califórnia e é precisamente nesta altura que não está lá.

FB: É verdade. Eu cheguei no sábado, mas a minha época acabou em março. Temos um tempo sem treinos e a escola acaba muito cedo na CBU…

zz: Direta para a praia.

FB: Para a piscina. Temos piscina no campus. Treinávamos uma hora, porque só podes treinar uma hora no ginásio, e depois era piscina o dia todo.

zz: O clima encaixa no que gosta, mas então e a cultura americana? Um choque grande?

FB: No início foi complicado. Aquilo é uma espécie de negócio. Eles só querem saber de ti quando és mais precisa na equipa. Se não fores uma jogadora que tem muitos minutos, não te ligam porque não precisam de ti naquela altura. Diria que são pessoas muito frias, mas é a cultura deles. Tive de me habituar. Foi complicado no início, mas sou eu que estou no país deles, por isso sou eu que tenho de me habituar.

zz: No início também não jogou muito tempo, portanto sentiu essa diferença este ano, essa preocupação diferente?

FB: E mesmo na primeira época, foi muito de altos e baixos. Primeiro entrava no cinco, depois já não entrava, depois entrava no resto da época. Altos e baixos.

zz: A época acabou em março e vocês tiveram uma grande época. Entraram na March Madness e acabou por não jogar. Alguma lesão, o que aconteceu?

FB: Nós ganhámos a fase regular da conferência, eu estava a celebrar, a saltar muito…

zz: Não nos vai dizer que se magoou a celebrar.

FB: Pisei o pé da minha colega de equipa. Por acaso foi grave, o meu tornozelo quase tocou no chão. No momento não reparei, estava tão feliz. Continuei a andar à volta do campo. Passado cinco minutos, quando tínhamos de ir cortar a rede, já não conseguia mexer o pé.

zz: Não jogou a March Madness porque…

FB: Festejei demasiado. E não joguei o torneio da conferência também.

zz: Planeia voltar agora com o objetivo da March Madness?

FB: Claro e desta vez sem festejar.

zz: Falando em March Madness, é inevitável: está nos Estados Unidos numa altura em que se vive o fenómeno Caitlin Clark. Como é para si ver esta atmosfera a partir de dentro? A March Madness bateu recordes de audiências, há todo um fenómento em torno da Caitlin Clark que é incrível. Como é que vivem isto e o que pode trazer ao basquetebol feminino?

FB: O facto de estarmos a jogar o mesmo torneio que a Caitlin Clark só mostra que a CBU consegue fazer ainda mais. É uma jogadora autêntica, é muito boa e só nos dá vontade de sermos melhores e tentarmos ser como ela.

zz: Neste momento a fasquia está colocada por ela num patamar alto e talvez seja difícil ultrapassar, mas antes vimos um fenómeno parecido com a Sabrina Ionescu. Sente que o basquetebol feminino está nessa trajetória de aparecerem cada vez mais atletas a elevar a fasquia?

FB: Sim. Acho que ninguém vai ser como a Caitlin Clark, mas estamos a mostrar ter mais audiências do que os rapazes, o que é uma coisa muito difícil. Acho que vamos estar sempre a subir. Temos a Paige Bueckers, que também vai ser como a Caitlin Clark para o ano.

zz: E jogadoras portuguesas? Olhando à sua experiência, e tendo em conta que já temos várias jogadoras portuguesas na América, é algo que recomenda?

FB: Sim, acho que é uma experiência única. Não falo só pelo basquetebol, mas sim por uma experiência na vida. O facto de estarmos a viver noutro país, com uma língua e cultura diferentes… Acho que toda a gente devia tentar passar por essa experiência. Nós, portuguesas, somos muito precisas no jogo americano. A nossa mentalidade é diferente e acho que temos potencial para ter cada vez mais portuguesas no estrangeiro.

zz: Falando dessa experiência nova. Como é que é para uma jovem mudar de país e ter de começar a ganhar alguma independência e fazer muitas coisas sozinha?

FB: Eu fui em agosto e diria que os primeiros dois meses foram os melhores da minha vida, era tudo um filme. Até que começou o basquetebol e eu já dizia ao meu pai que queria desistir e não aguentava. Eu não sabia falar inglês, via as minhas colegas a falar umas com as outras e eu não percebia nada. Dizia que queria desistir, mas nunca o iria fazer. Tive de aprender a estar sozinha. No primeiro ano, partilhava quarto com uma colega de equipa, mas tive de aprender a estar sozinha. Aqui gosto de estar sempre lá fora e com os amigos, mas nos Estados Unidos aprendi a estar sozinha. Agora sou eu que tenho de lavar a minha roupa, tenho comida no campus, mas posso cozinhar. Tive que começar a fazer muitas coisas sozinha.

zz: Qual foi a coisa mais difícil?

FB: Diria que foi aprender a estar sozinha. Odeio estar no quarto sozinha, diria que foi a mais difícil.

zz: Não tem tanto essa vida de estar na rua com os amigos como em Portugal?

FB: No primeiro ano não, mas no segundo sim. Já conhecia toda a gente no campus. Depois como o inglês era difícil, eu tinha medo que as pessoas fossem gozar com o meu sotaque ou não percebessem o que eu estava a dizer. Tentava não falar muito. Agora, no segundo ano, já é uma segunda casa.

zz: Vamos falar um pouco dos estudos. Relações Públicas, mas o site da sua universidade diz-nos que quer trabalhar em televisão depois do curso. São dois mundos diferentes.

FB: A meio dos jogos, há sempre alguém que está a falar para a televisão. Era o meu objetivo. Mas relações públicas dá para muita coisa. Não sei, genuinamente não sei o que quero fazer. O objetivo é jogar basquetebol e depois pensar no que quero fazer.

zz: Mas televisão era um plano no contexto de repórter de pista?

FB: Sim, repórter.

zz: E seleção? Já jogou pelas sub-20, mas a seleção A é um plano a curto prazo?

FB: Só posso ir depois de sair dos Estados Unidos. As fases de qualificação são durante o período dos Estados Unidos. Se o treinador me quiser, terei a oportunidade depois dos Estados Unidos. Mas sim, é um objetivo.

zz: Recentemente, numa outra entrevista, falou sobre a necessidade de ser seguida por um psicólogo por não conseguir gerir as expetativas? É uma coisa desde sempre ou que apareceu com os Estados Unidos?

FB: Desde sempre que sou demasiado obcecada pelo basquetebol. Se jogo pouco, é o fim do mundo. Se jogo mal, é o fim do mundo. Não podia ser assim. Uma vez estava a falar com o meu pai, ele disse-me que há psicólogos no desporto que ajudam com isso. Falei com o meu treinador e a minha equipa toda anda num psicólogo, portanto ajudam nesse aspeto.

zz: É um tema cada vez mais falado no desporto. Já sente o efeito do acompanhamento?

FB: Diria que sim. Acho que o basquetebol não devia definir o meu estado de espírito no resto do dia. Se um treino corre mal, não quer dizer que o dia vai ter de ser todo mau.

zz: Planos futuros para lá do basquetebol?

FB: (Risos) Não tenho.

zz: E objetivos para o próximo ano?

FB: Tentar chegar mais longe. Jogar March Madness e tentar ganhar a primeira ronda.

zz: Desta vez sem lesões pelo meio. Fora esse percalço, mais algum problema?

FB: Não joguei os primeiros cinco jogos da época porque tive uma entorse no joelho e, em outubro, parti o dedo mindinho.

zz: Há mais jogadoras portuguesas nos Estados Unidos. Vocês relacionam-se de alguma forma, mantêm contacto?

FB: Sim, porque já nos conhecemos todas desde sub-14. Costumo falar mais com a Inês Vieira, a Ana Barreto e a Gabriela Falcão. Vivemos juntas no CAR Jamor durante um ano, a amizade já é muito próxima. Costumo falar com elas todos os dias, porque há um período de tempo que já não consegues falar com ninguém em Portugal. A partir das 16h na Califórnia, já não consigo falar com ninguém em Portugal. Costumamos falar umas com as outras e no ano passado estávamos todas a passar mal, ou seja, éramos todas a ajudar-nos.

zz: Este ano correu melhor.

FB: Sim, este ano foram menos chamadas a chorar (risos). Ainda no outro dia, a Ana Barreto passou uns dias comigo na Califórnia. Quando fui a Utah jogar, fui jantar com a Inês Vieira. Ou seja, estamos sempre juntas.

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